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    <title>3VV</title>
    <link>www.terceiraviaverdao.com.br</link>
    <description>Terceira Via Verdao</description>
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    <webMaster>webmaster@terceiraviaverdao.com.br</webMaster>
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      <title>OFF TOPIC: como dizer não ao seu chefe ou namorada?</title>
      <pubDate>19/5/2010 00:00:00</pubDate>
      <description>OFF TOPIC: O vídeo abaixo é uma campanha da Heineken, patrocinadora oficial da Champions League. Já foi postado há algum tempo mas o 3VV só viu agora.Armaram uma "pegadinha" para torcedores do Milan. No exato instante em que o Milan jogaria com o Real Madrid pela Copa dos Campeões namoradas, professores e chefes "convidaram" insistemente os torcedores do Milan a um concerto em um grande teatro da cidade. Você aceitaria tal convite? Veja o vídeo. </description>
      <link>http://www.terceiraviaverdao.com.br/3vv/InformativoLista.aspx?p0=12&amp;p1=4038</link>
      <author>BLOG 3VV</author>
      <category>EU INDICO</category>
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      <title>Seu Ferrera e o Parmera</title>
      <pubDate>12/3/2010 00:00:00</pubDate>
      <description>O amigo Felipe Giocondo indica este site. É de Douglas Germano. sambista, palmeirense, que fez um samba delicioso, maravilhoso sobre o Palmeiras. Seu Ferrera e o Parmera. Tenho certeza que quem tem mais de 30 (no meu caso, bem mais eu diria) não vai sentir tantas saudades daquele time, mas vai gostar muito do samba e sem dúvida vai sentir uma baita nostalgia...Curtam aqui no link http://www.myspace.com/douglasgermano.Saudações Alviverdes!</description>
      <link>http://www.terceiraviaverdao.com.br/3vv/InformativoLista.aspx?p0=12&amp;p1=3814</link>
      <author>V Criscio</author>
      <category>EU INDICO</category>
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      <title>Vem aí novo Livro de Mauro Beting</title>
      <pubDate>7/3/2010 00:00:00</pubDate>
      <description>Mauro Beting, autor do livro 10 mais do Palmeiras, lançará seu mais novo livro no próximo dia 16 de março, na Livraria Saraiva Megastore, Shopping Eldorado, a partir das 18:30 hs. O livro "As Melhores Seleções Estrangeiras de Todos os Tempos", será lançado por Mauro junto com outro livro, "As Melhores Seleções Brasileiras de Todos os Tempos", de Milton Leite. Não esqueça: 4a feira, 16 de março, às 18:30 na Saraiva Megastore do Eldorado.Leia abaixo a sinopse do livro que Mauro mandou prá gente. ***Abrindo o jogo

Por Mauro Beting&amp;nbsp; 

Se o mundo da bola discute até o “Pelé do
futebol” (o próprio Pelé), elencar as sete melhores seleções de todos os
tempos é mais um jogo para discutir até o final da vida. O anacronismo e os
tempos diferentes de cada vencedor (campeão ou não) ajudam a tornar a escalação
ainda mais discutível. A bola que voa em 2010 é outra pelota se comparada a que
andava em 1970. Piorou? Melhorou? Mudou. Como a vida. Como o mundo.

&amp;nbsp;

A memória é seletiva. Esquecemos os bagres, escalamos
apenas os craques nos nossos times dos sonhos – mais oníricos que reais.
Editar (logo, selecionar) times e tempos não é fácil. É ritual de árbitro:
entrar em campo vaiado só por ter tido a pretensão de apitar um jogo desse tipo,
e correndo o risco de ser ainda mais xingado por qualquer deslize. Selecionar
sete times em quase 60 anos de futebol é um jogo de sete erros. Mesmo acertando
a mão na escolha de quem tanto acertou o pé em campos do mundo.





Como jornalista por esporte há quase duas décadas,
como apaixonado pelo futebol que vejo há 37 anos em estádios e estúdios, eu e o
time de editores da Contexto fizemos como os sete treinadores deste livro:
adotamos critérios (discutíveis como o futebol), selecionamos elencos (ainda
mais polêmicos), escalamos os times (prontos para serem cornetados), teimamos
demais, nos unimos nos erros, delegamos os acertos, vamos levar pancada da
imprensa, e fomos ao jogo invencível: como contar o muito que contaram essas
seleções para a antologia ilógica do jogo? 

Para narrar uma história de futebol não bastam
historinhas. Este é livro para ser consumido sem moderação em botecos e
barracos de mesas-redondas, e sem reservas em bancos de escola e de beira de
gramado. Para tanto, escalo para entrevistas e análises os jovens jornalistas
André Rocha e Dassler Marques. Dois que sabem muito. E aprenderam que, no
futebol, só se chuta dentro de campo. Não no Jornalismo.







O Brasil de 1970, o melhor dos Brasis e do mundo, não
era apenas um punhado de craques. Era uma constelação ordenada. Não seria o
melhor de todos os times dos campos se não funcionasse como uma equipe
organizada. Contar a história de uma seleção histórica de Copa sem aprofundar
taticamente a discussão é julgar um livro pela capa – e levar para casa a
revista “Caras”.&amp;nbsp; 





Critério de seleção 

Primeiro critério para um esquadrão participar do
nosso campeonato: disputar uma Copa do Mundo. Ficam de fora grandes equipes
como a Celeste Olímpica do Uruguai, medalha de ouro em 1924 e 1928. O
Wunderteam austríaco dos anos 30. Outra ausência sentida é a Argentina dos anos
40 de luta e de luto sem futebol e sem Mundiais.&amp;nbsp; 





Segundo critério para figurar nesta obra de três meses
de noites mal dormidas e sonhos bem acordados: é preciso ser uma seleção
sub-58. Isto é, ter entrado em campo a partir de 1952. É necessário para estar
neste estudo um futebol preservado pela tecnologia. Imagens para realmente
valer por muito mais de mil palavras. O Uruguai campeão de 1930 e 1950 e a
Itália bicampeã mundial de 1934-38 foram grandes times que li e ouvi –
mas não vi nada além de alguns gols. A Hungria de 1954 já deu para ver. E nada
igual se veria depois. Existem imagens suficientes para tentar entender a magia
do jogo magiar. Filmes do acervo de mais de 5 mil partidas de Gustavo Roman,
craque de Niterói como Zizinho e Gérson, enciclopédia esportiva como Nilton
Santos. 

Terceiro critério de convocação: uma seleção apenas
por país. O Brasil pentacampeão (e mais o maravilhoso time de 1982) está na
obra-prima (e irmã) de Milton Leite, “As seis melhores seleções do Brasil
de todos os tempos”, desta editora.&amp;nbsp; Fora o Uruguai (que não entra
pelo segundo critério de seleção), uma equipe representativa de cada escola
campeã mundial está no livro: Inglaterra de 1966, Alemanha de 1974, Itália de
1982, Argentina de 1986 e França de 1998. Alguns desses países mereciam mais de
uma seleção, campeã ou não. Mas a minha mãe não merece mais xingamentos.





Quarto critério de escolha: futebol é mais que bola na
rede. Não é preciso conquistar uma Copa para ganhar o mundo. Dois vices mais
campeões que muitos vencedores também estão selecionados: a Hungria de Puskas,
vice em 1954, e a Holanda de Cruyff, vice em 1974. Duas revoluções táticas e
técnicas apresentadas de modo total como o futebol que jogavam: análise tática
de cada jogo, cronologia da formação e explosão do time, o desempenho na Copa
do Mundo, casos, acasos, coisas e o ocaso de uma era. Além do perfil do
craque-bandeira de cada equipe. 

Quinto critério: campeão não precisa ser admirado, mas
deve ser respeitado. Exemplo: a Inglaterra de 1970 era melhor que a de 1966
– mas a campeã mundial foi seleção anfitriã, quatro anos antes; a França,
em 1982 e 1986, era melhor tecnicamente que a campeã de 1998. Mas quem ergueu a
taça foi Zidane, não Platini. A Itália de 1978 jogou mais futebol que a de 1982
(e muito mais que a tetracampeã de 2006). Mas a Squadra Azzurra foi tri no
Mundial da Espanha; quatro anos antes, acabou no quarto lugar, na Copa na
Argentina. A base e o treinador eram os mesmos. O que justifica a escolha, o
que facilitou a conquista. 





Sexto critério: não basta ser campeão – é
preciso ter craque. A Argentina tem uma escola tão boa quanto a brasileira. Mas
ganhou “apenas” duas Copas, em 1978 e 1986. Ou só uma: a segunda
foi conquistada pela pessoa física, digo técnica (e não química) de Diego
Maradona. Sem ele, possivelmente o organizado time argentino não teria vencido
a Alemanha - vice no México, campeã do mundo em 1990 com um bom time, bem
arrumado. Mas sem grandes craques. Não melhor que aquele que venceu a favorita
Holanda, em 1974, com alguns dos favoritos de todos os campos e tempos –
Beckenbauer, Gerd Muller, Overath, Breitner e Maier. Todos craques. Melhores
que os de 1990. 

Saideira



Times enfim escalados, antes de começar o jogo, a
pergunta sem resposta: qual a melhor seleção das sete?

Até para não correr o risco de apontar uma das duas
únicas que não foram campeãs mundiais, fico em cima do muro.

Em paz com a consciência. E em dúvida se, realmente, a
história é contada apenas pelos vencedores na atividade que é a mais perfeita
imperfeição bolada pelo Homem – o futebol.

Bom jogo!</description>
      <link>http://www.terceiraviaverdao.com.br/3vv/InformativoLista.aspx?p0=12&amp;p1=3798</link>
      <author>V Criscio</author>
      <category>EU INDICO</category>
    </item>
    <item>
      <title>Livros: Alma Palestrina e O Meu Time do Coração</title>
      <pubDate>25/11/2009 00:00:00</pubDate>
      <description> 
O 3VV tem o prazer de convidar os palestrinos a irem ao evento de lançamento dos livros Alma Palestrina e O Meu Time do Coração, de Fernando Razo Galuppo. 
Veja o convite acima e clique no link no final do post (clique para visualizar o arquivo) para ler o release e a entrevista de Galuppo. 
Evento: Lançamento Livro "Alma Palestrina" e "O Meu Time do Coração" Data de início: terça, 1 de dezembro às 19:00 Término: terça, 1 de dezembro às 21:00 Local: Shopping Ibirapuera, São Paulo 

&amp;nbsp;
&amp;nbsp;</description>
      <link>http://www.terceiraviaverdao.com.br/3vv/InformativoLista.aspx?p0=12&amp;p1=3368</link>
      <author>BLOG 3VV</author>
      <category>EU INDICO</category>
    </item>
    <item>
      <title>Os 10 mais do Palmeiras: por Mauro Beting</title>
      <pubDate>20/2/2009 00:00:00</pubDate>
      <description>Quais os 10 maiores ídolos do Palmeiras?&amp;nbsp; Você se atreveria a dizer os nomes? Estamos falando desde a sua fundação hein?&amp;nbsp; Mauro
Beting, jornalista e palmeirense, teve essa dúvida. E foi ouvir alguns
ilustres palmeirenses e decidiu contar a história desses ídolos. Tudo
isso foi publicado em um livro.&amp;nbsp; Com mais de 180 páginas Mauro
conta histórias - às vezes hilariantes e às vezes emocionantes -
desses&amp;nbsp; ídolos. Com a ajuda de Fernando Galluppo - palestrino de sangue
verde - e Rogério Micheletti. Esse é o livro de Mauro Beting que indicamos aqui no 3VV. Veja a resenha abaixo:---
 
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Como Dudu e Ademir da Guia se conheceram? Como o filho de Evair viu a final
do Paulistão de 1993? O que Marcos deveria ter feito na decisão por pênaltis
contra o Corinthians, na Libertadores-2000? O que o filho de Waldemar Fiume
disse ao ver a estátua do pai, no Palestra Itália? O que fez Oberdan Cattani
quando o Palestra virou Palmeiras? Leia os “Os Dez Mais do Palmeiras”, da coleção “Ídolos Imortais”, da
Maquinária Editora. É o terceiro lançamento da série, iniciada por “Os Dez Mais
do Flamengo” (de Roberto Sander), e os “Dez Mais do Corinthians” (de Celso
Unzelte). “São dez histórias de dez nomes nota dez. Caberiam muitos mais neste
coração de mãe que é o do torcedor”, conta o autor, o jornalista Mauro Beting,
42 anos. “Mas a ideia da coleção é selecionar dez que contem a história dos
grandes clubes brasileiros. Como não sou louco de ser ainda mais cornetado pelo
que escrevo e penso, não fiz a minha lista. Preferi convocar uma seleção de
colegas que escalaram não o melhor Palmeiras possível – o que é impossível. Mas
dez nomes para qualquer torcedor palmeirense bater no peito e erguer a cabeça
pelo orgulho que deram em campo. E, pelos perfilados, não apenas no gramado.
Também fora dele. Muitos são exemplos de conduta e de capacidade. Não por acaso
alguns ficaram do tamanho do clube. Parece até que nunca perderam, ou mesmo que
nunca jogaram com outras cores”.Antero Greco, Claudio Carsughi, Joelmir Beting, Lucas Neto, Maurício
Noriega, Paulo Bonfá, Paulo Vinícius Coelho, Roberto Avallone, Soninha e Ugo
Giorgetti foram os colegas chamados para escalar os dez maiores ídolos do
Palestra Itália e do Palmeiras. Não necessariamente os dez maiores entre tantos
craques do “campeão do século XX”, pelos rankings dos jornais “Folha de
S.Paulo”, de “O Estado de S.Paulo”, da revista “Placar”, e da Federação
Paulista de Futebol. Mas os dez que ganharam um lugar eterno na seletíssima
seleção verde. “Alguns craques ficaram de fora. Eles jogaram mais que alguns
selecionados. Mas poucos foram mais palmeirenses que os que estão apresentados
nas 184 páginas do livro”.&amp;nbsp;Para Mauro Beting, colunista do diário “Lance!”, da revista “Fut!”, dos
portais “Yahoo” e “Cidade do Futebol”, blogueiro do Lancenet!, comentarista da
Rádio Bandeirantes e Rádio Lance!, e apresentador e comentarista do Bandsports,
TV Esporte Interativo e TV Lance!, o livro não é só para palmeirense: “Não
conto apenas a vida em verde e branco dos ídolos. Uso a trajetória deles pelo
clube para contar a história do futebol brasileiro e, claro, a do Palmeiras,
desde 1940. Dos tempos de ouro das Academias aos anos de chumbo da fila, é uma
história de quem fez antologia”.&amp;nbsp;Em quatro meses de trabalho, o autor entrevistou todos os perfilados, e
colegas de Palmeiras ou de ofício. Com o auxílio dos jornalistas Fernando Razzo
Galluppo e Rogério Micheletti, abusou do arquivo pessoal, da boa memória, e da
experiência de jornalista esportivo desde 1990 – e de palmeirenses de
arquibancada desde 1973. “Fora os sete anos anteriores, imersos pela família na
palestrinidade genética”. Mas não espere um livro-apologia. “Por dever básico
de jornalista, tento ouvir os vários lados e cores. Sou um palmeirense que está
jornalista, não um jornalista que é palmeirense. Torço pelo clube, mas não
distorço por ele. O livro é uma obra tanto de um apaixonado por futebol como de
um fã do Palmeiras e do Jornalismo”.</description>
      <link>http://www.terceiraviaverdao.com.br/3vv/InformativoLista.aspx?p0=12&amp;p1=2922</link>
      <author>BLOG 3VV</author>
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