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    <title>3VV</title>
    <link>www.terceiraviaverdao.com.br</link>
    <description>Terceira Via Verdao</description>
    <language>pt-BR</language>
    <webMaster>webmaster@terceiraviaverdao.com.br</webMaster>
    <item>
      <title>A Corneta do Cunio - Reflexões em frente ao espelho (1/2)</title>
      <pubDate>18/12/2009 00:00:00</pubDate>
      <description>POR ALBERTO CUNIO 


Natalinos alviverdes,
chegando o final de ano temos sempre aquela necessidade de fazer um “balanço”
em nossas vidas. O que fizemos, o que deixamos de fazer (esta lista é sempre
enorme), acertos, erros, êxitos, reveses... O mais importante é que TEMOS que
fazer isso. Faz bem
e nos ajuda a crescer mais fortes, a não incorrermos nos mesmos equívocos do
ano que passou e também nos encoraja e renova o espírito. 



Belas palavras, mas
eu tive uma ideia melhor em se tratando do Palmeiras. Precisamos literalmente
“deitar no divã”. Isso mesmo. Como para a maioria absoluta de nós mortais, minha sugestão é clara e
objetiva: nosso clube precisa de TERAPIA. 



Antes que os mais céticos
critiquem a inusitada ideia, posso lhes lembrar que mesmo sabendo que fazer
terapia é algo muito contestado (já que ninguém acha que precisa ou pensa que é
uma grande bobagem), a verdade é inconteste: terapia nos auxilia, e muito, a
resolver nossos próprios problemas. A NÓS MESMOS resolvermos nossos problemas.
Terapeuta nenhum tem soluções mirabolantes para nenhuma enrascada pessoal, seja
ela recente ou da infância. Ele apenas abre nossos olhos para o que está
acontecendo e nos orienta a pensar uma solução viável. Detalhe: os problemas mais
complexos, mais incrustados em nosso íntimo, levam tempo. Muito tempo para
serem rediscutidos, redesenhados e trabalhados. Em suma, é um processo de LONGO
PRAZO. 



Acabada a explanação
freudiana ou junguiana, como queiram, voltemos à vaca fria. O Palmeiras precisa
de terapia, porém, evidentemente não há um terapeuta clubístico, ou coisa
assim. Como uma instituição, há até algumas boas consultorias que podem nos
auxiliar, mas não antes de fazermos o principal dever de casa: a autoanálise, a
REFLEXÃO. E em frente ao ESPELHO. Temos que ACEITAR que temos problemas crônicos e que devem ser tratados.




Antes que eu exponha
o resultado provável destas reflexões, na minha humilde opinião, gostaria de
ouvir todos vocês, ilustres e iluminados comentaristas do 3VV. Assim posso acrescentar seus
pensamentos na coluna de Natal (2/2), onde literalmente radiografaremos as
entranhas do nosso amado clube, seu ID, seu EGO e seu SUPEREGO. 



Como é de praxe,
mesmo sendo tempo de recesso e ressaca, temos que mandar a CORNETA em alguém,
não é mesmo? Pois bem, não vamos polemizar, mas apenas cornetear de forma
hilária: que tal o MURIQUI? Que preferiu ouvir o Lero-Lero dos empresários e do
PROFEXÔ ao invés de vestir uma camisa com as glórias do nosso Verdão? Com todo
respeito ao Galo e sua história, que não teve nada a ver com essa decisão,
tenham certeza. Mas daí, para quem foi esnobado por Carlinhos Bala, Somália,
Ilsinho, Deivid, Richarlyson... Quem é MURIQUI? Melhor mesmo nos livrarmos de
um cabecinha de ostra destes antes que ele venha para cá e vire mais uma
encrenca. Porque solução ele está a anos-luz de ser uma.Até a próxima semana com a segunda parte desta corneta.</description>
      <link>http://www.terceiraviaverdao.com.br/3vv/InformativoLista.aspx?p0=18&amp;p1=3474</link>
      <author>Blog 3VV</author>
      <category>CORNETADAS DO CUNIO</category>
    </item>
    <item>
      <title>A Corneta do Cunio - Atirados da caçamba</title>
      <pubDate>11/12/2009 00:00:00</pubDate>
      <description>

POR ALBERTO CUNIO 

Desorientados alviverdes, não seria eu que
com as prerrogativas de colunista deste querido 3VV iria ressuscitar em plena
sexta-feira os detalhes da hecatombe que se abateu sobre nossas cabeças no
domingo. E nos dias subseqüentes. Estou com pena de mim, de meus amigos
colunistas, de vocês leitores e comentaristas. Pena do Palmeiras. Pena: o mais
vil dos sentimentos. 



Estamos neste misto de “caça às bruxas” com
“o que fazer agora?”, já que a sensação é de que tiraram o chão debaixo de
nossos pés. Não só o pior dos cenários (possíveis, é bem verdade) aconteceu ao
final do ano futebolístico palmeirense, mas o mais devastador terreno ficou
para tentar reconstruir alguma coisa.



Andei ouvindo algumas notícias, de dentro
do clube, de fora do clube, vinda de dirigentes, de organizadas, da imprensa
marrom, da imprensa séria... Que loucura. Estamos no meio de um angu de caroço
tremendo. Nau sem rumo. Cachorros que foram atirados da caçamba do caminhão de
mudança.



Gostaria de saber, se alguém puder fazê-lo
em seus comentários, qual é o conteúdo do estatuto do clube que impede a
mudança no status quo ali colocado. A sensação que tenho é que as leis estão
tão incrustadas nas pilastras do Palestra Itália que não podemos fazer nada que
seja em direção a “mudança” por estarmos engessados.



Parece que não temos para onde correr: se
deixamos como está, fica o Presidente Belluzzo, sobre o qual eu disse aqui
neste mesmo espaço que estava recebendo as esperanças de milhões de
palmeirenses como se fosse um “messias”. Eis o resultado: ele é um homem
normal, meus amigos. Como todos nós. Acerta, erra, se precipita, surpreende.
Positiva e negativamente. Mas não é ninguém que veio para revolucionar o mundo.
Nem mesmo o Palmeiras. Resultado disso é que ele traz decepção e
questionamentos. Fruto de nosso desespero de anos sem perspectivas, sem nada.



Se tirarmos o atual presidente, quem fica?
O antigo, Della Monica, que era vice do outro, de nome impronunciável. Este
então, está só no camarote gargalhando enquanto o circo pega fogo. Fora estes,
aparecem os “independentes”, que por enquanto só tumultuam, já que sozinhos
parece não terem força para nada, além disso. Somam-se a esta mixórdia os
“infiltrados”, aqueles que têm interesses individuais, defendem alguém, alguma
torcida organizada... Em suma, estamos literalmente NA ROÇA.



Vamos aproveitar o final de ano, época de
se renovarem votos, esperanças (já disse que detesto esta palavra), mas também
a fé. A única coisa que pode nos guiar e talvez trazer de volta a paz,
tranquilidade, lucidez, harmonia e uma bússola, para quem sabe colocar nos
trilhos um trem que descarrilou, tombou e incendiou. Com todos nós dentro.



Deixo aqui minha CORNETA zunindo até 2010
na orelha dos que votaram em Diego Souza como o “craque do campeonato”. A única
coisa que eu queria é uma justificativa para elegerem o cara que tocou a bola
para trás e se escondeu em campo quando mais precisamos dele. Enquanto o Fred
voltou de contusão e ganhou no peito e na raça 25 dos 27 pontos que salvaram em
cima da hora o Fluminense do inferno B... Quem é craque?

</description>
      <link>http://www.terceiraviaverdao.com.br/3vv/InformativoLista.aspx?p0=18&amp;p1=3446</link>
      <author>Blog 3VV</author>
      <category>CORNETADAS DO CUNIO</category>
    </item>
    <item>
      <title>A Corneta do Cunio - ¿Que pasa?</title>
      <pubDate>4/12/2009 00:00:00</pubDate>
      <description>POR ALBERTO CUNIO 
&amp;nbsp;
Saideiros alviverdes (doidos para tomar a última e acabar logo este campeonato), antes de mais nada, gostaria de celebrar nossa vitória nesta quinta-feira. Jogamos? Sim, jogamos. E ganhamos. No Paulista de Basquete Masculino. 81 x 61 contra Sorocaba e estamos nas quartas-de-final. 
&amp;nbsp;
Pode parecer palhaçada, mas não é. Esta é a única coisa que temos a comemorar nesta semana. Quando pensamos que vencer o Galo poderia dar um alento e animar equipe e torcedores, o que eu ouvi ao longo dos dias foi de doer.
&amp;nbsp;
Primeiro foi: “Torcida preparava guerra de tijolos e sai comemorando no Palestra”. Depois: “Vágner Love briga com 3 em agência bancária”. Em seguida: “Oposição e situação estão se pegando dentro do Palmeiras”. Aí vem mais essa: “Palmeiras teme debandada de jogadores com medo de serem agredidos.”. Outra emissora fala em quebra-pau entre duas de nossas torcidas uniformizadas...
&amp;nbsp;
Meu Deus. Com o perdão de falar Seu nome em vão. O que está acontecendo com o Palmeiras? O que está acontecendo com o futebol?
&amp;nbsp;
Deveríamos estar focados em ganhar do Botafogo na última rodada. Vitória obrigatória, que nos qualificaria para a Libertadores e que, pasmem, poderia nos dar o TÍTULO!
&amp;nbsp;
Lógico que estou falando em condições normais. Aquelas que não existem mais. Hoje não acredito em mais nada.
&amp;nbsp;
A atitude do Grêmio, seus jogadores, seus diretores e seus torcedores (estes sim podem falar o que quiserem), fazem com que tudo isso vire uma coisa nojenta sem proporções. A manipulação de STJD e Comissão de Arbitragem para salvar Fluminense e chancelar o caneco para o Flamengo destruiu o pouco de crença que existia em qualquer um no futebol brasileiro. Não há mais atrativo algum para esta rodada derradeira.
&amp;nbsp;
O Inter, que acha que já ganhou do Santo André antes mesmo de jogar, reclama e choraminga que sua sorte está na mão do arquirrival. O Grêmio, bom... Este só quer saber de férias. E o Inter? Inter? Esse que se lasque! O Palmeiras, já falei acima. Um ringue de boxe. Os vizinhos de muro? Ainda estão grogues depois de perder o campeonato que demos de presente para eles. E vão jogar contra ninguém aqui. O Fluminense? Esse está garantido, já que nem o mais pessimista tricolor carioca pode acreditar que depois de todo este “projeto ressurreição”, ainda vá cair. O Botafogo, bom, esse que se cuide, pois a CBF já decidiu que eles não são prioridade no RJ. E o Flamengão da Globo??? Ah... Esse está rindo sozinho!!! E de todos os outros!!!!
&amp;nbsp;
Lamento profundamente estarmos a um passo de encerrar este longo campeonato, onde conversamos amistosamente por 38 rodadas, e despejar palavras tão pouco simpáticas ou animadoras. Mas parece que só Papai Noel pode nos trazer a paz de volta. Pobre Palmeiras. Pobre de nós torcedores. Pobre futebol brasileiro. E CORNETA para todos os que estão ajudando a destruir nossa paixão. O esporte e o clube da Rua Turiassu. </description>
      <link>http://www.terceiraviaverdao.com.br/3vv/InformativoLista.aspx?p0=18&amp;p1=3408</link>
      <author>Blog 3VV</author>
      <category>CORNETADAS DO CUNIO</category>
    </item>
    <item>
      <title>Corneta do Cunio: Conjecturas</title>
      <pubDate>27/11/2009 00:00:00</pubDate>
      <description>Por Alberto Cunio 
Estressados alviverdes, conjecturas, com a grafia “antiga”, mas ainda vigente. É mais bonita. Pode ser que não tenha usado o exemplo mais adequado de nosso léxico, mas vou continuar assim mesmo.
&amp;nbsp;
Fugindo a filosofias mais profundas sobre “de onde viemos” e “para onde vamos”, conforme a coluna da semana passada, gostaria de dividir com vocês uma coisa mais “light” e que nos mostra como o esporte e entretenimento que escolhemos como nosso maior foco é muito instável e assemelha-se às vezes a um cassino. Pequenos fatos, sutis decisões, todos são responsáveis por resultados extremamente positivos ou na mesma dimensão, catastróficos. E também somos vítimas disso. O maior problema é sermos SEMPRE vítimas. Sem síndromes, nem paranóias.
&amp;nbsp;
Estávamos a uma vitória de retomarmos a liderança antes do jogo contra o Fluminense. Jogo crucial, que dele dependia e muito nossa sorte no campeonato. Vínhamos de uma goleada sobre o Goiás e um empate creditado até como “heróico” contra nossos rivais da Marginal sem número. Apesar dos pesares, parecia ser uma sobrevida a nossa campanha titubeante, mas que estava retomando seu rumo e tinha tudo para chancelar o tão sonhado e merecido título para quem liderara tanto tempo um campeonato tão difícil.
&amp;nbsp;
Contra nós tínhamos: o calor infernal do Rio de Janeiro, na grade estipulada de forma estúpida pela Rede Globo, que se esqueceu junto com a CBF do Teixeira que estamos no horário de verão; a imprensa e os adversários, loucos para ver o circo pegar fogo nos lados do Parque Antártica e fazer com que nosso título virasse pó. Foi uma semana intensa de críticas e ataques; e por último, nosso adversário: o Fluminense. Em ascenção meteórica (aliás o meteoro acabou por se espatifar antes de ontem em Quito), o time das Laranjeiras parecia querer editar o impossível, quando as estatísticas já lhe davam o rebaixamento como quase inevitável (98% de chances).
&amp;nbsp;
Tudo começou dentro do esperado. O Palmeiras com cautela, o Fluminense pressionando. Eles precisavam da vitória muito mais do que nós. Sem ela, hoje estariam virtualmente rebaixados. Duas defesas do Marcos nos primeiros 20 minutos ceifaram as primeiras e únicas chances até então de nosso desesperado oponente.
&amp;nbsp;
A partir daí passamos a controlar a partida. A tranquilidade da equipe, que em até certos momentos irrita até os mais contidos palmeirenses, estava muito bem encaixada no contexto. O domínio progressivo nos levaria a abertura do placar e de lá em diante ao controle absoluto do confronto. Evidente, já que um estádio com mais de 50.000 torcedores vendo seu time perder e rumar para a Série B, entraria em colapso e desespero gradativos, fazendo com que nossa tarefa ficasse cada vez mais fácil.
&amp;nbsp;
BINGO! Chegamos ao que queríamos: cruzamento, Obina de cabeça, gol. Vibração, gritaria, fogos e palavrões de desabafos. A “zica” estava enforcada. Ressurgíamos rumo ao título e daí para frente era administrarmos a vantagem. O plano de Muricy Ramalho para o embate no Maracanã dera o resultado esperado, dentro do previsto até no tempo de jogo. O final de jogo nos traria um vento gelado e refrescante naquela mufla carioca, jogando uma cachoeira de animação e euforia que faria a corrida para os ingressos do jogos seguinte contra o Sport parecer final de Copa Libertadores.
&amp;nbsp;
Quis assim o destino que as decisões prévias extra-campo prevalecessem ao real. O imaginário tomou conta da história. O desespero tricolor se transformou em euforia. O vento gelado em labareda, incendiando o moral, ânimo, coragem e fé de todos os atletas e torcedores verdes. Tudo por causa de um apito. Ou melhor, um sopro nele na hora certa, mas com o intuito errado, seguido pelo gesto errado. CORNETA para o apito? Não sei. Mas a forma como ele agiu naquele momento apagou a nossa luz. Por mais um ano.
&amp;nbsp;
&amp;nbsp;</description>
      <link>http://www.terceiraviaverdao.com.br/3vv/InformativoLista.aspx?p0=18&amp;p1=3375</link>
      <author>Blog 3VV</author>
      <category>CORNETADAS DO CUNIO</category>
    </item>
    <item>
      <title>A Corneta do Cunio - Reescrevendo a História</title>
      <pubDate>20/11/2009 00:00:00</pubDate>
      <description>POR ALBERTO CUNIO 





Amigos alviverdes,
dirijo-me a todos de nossa imensa nação, com os (sei lá se isso mesmo) quinze
milhões de torcedores, sendo que um bom bocado deles fanáticos como os que nos
acompanham aqui. 

Creio sinceramente, e
a maioria de vocês leitores e comentaristas irão concordar, que depois dos
acontecimentos vividos nos últimos anos, chegamos a um ponto de inflexão em
nossa história. O Palmeiras precisa virar a página.





Virar a página não
significa negar nosso próprio passado de glórias. Muito pelo contrário: seria
valorizá-lo, honrá-lo e, acima de tudo, respeitá-lo. Algo que estamos muito,
mas muito longe de fazer ultimamente. Pior: nossa história está sendo
denegrida, nossa tradição colocada em dúvida, nosso símbolo sendo manchado. 

Não podemos mais
tentar escrever nosso futuro olhando para trás, mais preocupados em remoer a
nostalgia de antigos ídolos e em tirar a poeira grossa de nossa sala de
troféus. Temos que olhar para frente. TODOS devem olhar para frente. Hoje temos
muitos olhando para trás, alguns até olhando para frente, mas com um medo
covarde, e muitos, mas MUITOS, olhando para o próprio umbigo.





Palmeiras, renasça!
Não há vergonha alguma em reconstruir aquilo que foi destruído. Não vamos
perder nada se pararmos para redesenhar nosso projeto de vida como clube grande
e vencedor. Se tivermos que sair do ZERO em alguns setores, que saiamos.
Humildade não é humilhação. Deixemos nossa arrogância e prepotência de lado,
pois nem alimento para elas nós temos mais e mesmo assim enchemos a boca para
falar. Estamos comendo sardinha há décadas e arrotando os camarões digeridos no
século passado! 

De que adianta termos
um ou dois gênios de física dentro de uma escola de analfabetos? Absolutamente
nada. Recursos inúteis, jogados no lixo. Estamos querendo colocar orquídeas na
areia e ainda reclamamos que elas não florescem. E não vão mesmo. Enquanto a
podridão estiver incrustada nas colunas que sustentam o Palestra Itália, nada
irá para frente. Nenhum progresso será alcançado. Nenhum título será ganho.





Todos nós temos
responsabilidade sobre isso. Já comentara semana passada que nós somos o
Palmeiras e se queremos o bem de nossa agremiação tão amada, devemos começar
por fazer uma faxina. O futebol hoje é profissional. Ao extremo. Movido por
inúmeros interesses, mesquinharias, maracutaias e poderes. Mas ainda tem um
viés da paixão, da cegueira, da ignorância. A mesma que fez nosso presidente
proferir palavras em excesso num momento de fúria. Saber trabalhar as duas
facetas deste esporte é tarefa duríssima. Para poucos que têm essa habilidade.
E tenho certeza que os encontraremos entre nós. E com eles reescreveremos nossa
história. Sem retórica. Com trabalho. Árduo e longo. 

Minha CORNETA desta
semana vai para a dupla que jogou a última colher (nem precisava de uma pá) de
cal em nossas pretensões em 2009. Sendo que um deles, lamento muito, por ter
sido apoiado, defendido e até blindado por todos. O Zumbi do Palmeiras, que
mandou seu juízo para o Quilombo e nos deixou apenas o gosto da desilusão.

</description>
      <link>http://www.terceiraviaverdao.com.br/3vv/InformativoLista.aspx?p0=18&amp;p1=3356</link>
      <author>Blog 3VV</author>
      <category>CORNETADAS DO CUNIO</category>
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