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19 de Maio de 2010
OFF TOPIC: como dizer não ao seu chefe ou namorada?
OFF TOPIC: O vídeo abaixo é uma campanha da Heineken, patrocinadora oficial da Champions League. Já foi postado há algum tempo mas o 3VV só viu agora.

Armaram uma "pegadinha" para torcedores do Milan. No exato instante em que o Milan jogaria com o Real Madrid pela Copa dos Campeões namoradas, professores e chefes "convidaram" insistemente os torcedores do Milan a um concerto em um grande teatro da cidade.

Você aceitaria tal convite?

Veja o vídeo.



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12 de Março de 2010
Seu Ferrera e o Parmera

O amigo Felipe Giocondo indica este site. É de Douglas Germano. sambista, palmeirense, que fez um samba delicioso, maravilhoso sobre o Palmeiras.

Seu Ferrera e o Parmera. Tenho certeza que quem tem mais de 30 (no meu caso, bem mais eu diria) não vai sentir tantas saudades daquele time, mas vai gostar muito do samba e sem dúvida vai sentir uma baita nostalgia...

Curtam aqui no link http://www.myspace.com/douglasgermano.

Saudações Alviverdes!

» Escrito por V Criscio | Comentários (6)
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07 de Março de 2010
Vem aí novo Livro de Mauro Beting

Mauro Beting, autor do livro 10 mais do Palmeiras, lançará seu mais novo livro no próximo dia 16 de março, na Livraria Saraiva Megastore, Shopping Eldorado, a partir das 18:30 hs.

O livro "As Melhores Seleções Estrangeiras de Todos os Tempos", será lançado por Mauro junto com outro livro, "As Melhores Seleções Brasileiras de Todos os Tempos", de Milton Leite.

Não esqueça: 4a feira, 16 de março, às 18:30 na Saraiva Megastore do Eldorado.

Leia abaixo a sinopse do livro que Mauro mandou prá gente.

***

Abrindo o jogo

Por Mauro Beting 

Se o mundo da bola discute até o “Pelé do futebol” (o próprio Pelé), elencar as sete melhores seleções de todos os tempos é mais um jogo para discutir até o final da vida. O anacronismo e os tempos diferentes de cada vencedor (campeão ou não) ajudam a tornar a escalação ainda mais discutível. A bola que voa em 2010 é outra pelota se comparada a que andava em 1970. Piorou? Melhorou? Mudou. Como a vida. Como o mundo.

 

A memória é seletiva. Esquecemos os bagres, escalamos apenas os craques nos nossos times dos sonhos – mais oníricos que reais. Editar (logo, selecionar) times e tempos não é fácil. É ritual de árbitro: entrar em campo vaiado só por ter tido a pretensão de apitar um jogo desse tipo, e correndo o risco de ser ainda mais xingado por qualquer deslize. Selecionar sete times em quase 60 anos de futebol é um jogo de sete erros. Mesmo acertando a mão na escolha de quem tanto acertou o pé em campos do mundo.

Como jornalista por esporte há quase duas décadas, como apaixonado pelo futebol que vejo há 37 anos em estádios e estúdios, eu e o time de editores da Contexto fizemos como os sete treinadores deste livro: adotamos critérios (discutíveis como o futebol), selecionamos elencos (ainda mais polêmicos), escalamos os times (prontos para serem cornetados), teimamos demais, nos unimos nos erros, delegamos os acertos, vamos levar pancada da imprensa, e fomos ao jogo invencível: como contar o muito que contaram essas seleções para a antologia ilógica do jogo?

Para narrar uma história de futebol não bastam historinhas. Este é livro para ser consumido sem moderação em botecos e barracos de mesas-redondas, e sem reservas em bancos de escola e de beira de gramado. Para tanto, escalo para entrevistas e análises os jovens jornalistas André Rocha e Dassler Marques. Dois que sabem muito. E aprenderam que, no futebol, só se chuta dentro de campo. Não no Jornalismo.

O Brasil de 1970, o melhor dos Brasis e do mundo, não era apenas um punhado de craques. Era uma constelação ordenada. Não seria o melhor de todos os times dos campos se não funcionasse como uma equipe organizada. Contar a história de uma seleção histórica de Copa sem aprofundar taticamente a discussão é julgar um livro pela capa – e levar para casa a revista “Caras”. 

Critério de seleção

Primeiro critério para um esquadrão participar do nosso campeonato: disputar uma Copa do Mundo. Ficam de fora grandes equipes como a Celeste Olímpica do Uruguai, medalha de ouro em 1924 e 1928. O Wunderteam austríaco dos anos 30. Outra ausência sentida é a Argentina dos anos 40 de luta e de luto sem futebol e sem Mundiais. 

Segundo critério para figurar nesta obra de três meses de noites mal dormidas e sonhos bem acordados: é preciso ser uma seleção sub-58. Isto é, ter entrado em campo a partir de 1952. É necessário para estar neste estudo um futebol preservado pela tecnologia. Imagens para realmente valer por muito mais de mil palavras. O Uruguai campeão de 1930 e 1950 e a Itália bicampeã mundial de 1934-38 foram grandes times que li e ouvi – mas não vi nada além de alguns gols. A Hungria de 1954 já deu para ver. E nada igual se veria depois. Existem imagens suficientes para tentar entender a magia do jogo magiar. Filmes do acervo de mais de 5 mil partidas de Gustavo Roman, craque de Niterói como Zizinho e Gérson, enciclopédia esportiva como Nilton Santos.

Terceiro critério de convocação: uma seleção apenas por país. O Brasil pentacampeão (e mais o maravilhoso time de 1982) está na obra-prima (e irmã) de Milton Leite, “As seis melhores seleções do Brasil de todos os tempos”, desta editora.  Fora o Uruguai (que não entra pelo segundo critério de seleção), uma equipe representativa de cada escola campeã mundial está no livro: Inglaterra de 1966, Alemanha de 1974, Itália de 1982, Argentina de 1986 e França de 1998. Alguns desses países mereciam mais de uma seleção, campeã ou não. Mas a minha mãe não merece mais xingamentos.

Quarto critério de escolha: futebol é mais que bola na rede. Não é preciso conquistar uma Copa para ganhar o mundo. Dois vices mais campeões que muitos vencedores também estão selecionados: a Hungria de Puskas, vice em 1954, e a Holanda de Cruyff, vice em 1974. Duas revoluções táticas e técnicas apresentadas de modo total como o futebol que jogavam: análise tática de cada jogo, cronologia da formação e explosão do time, o desempenho na Copa do Mundo, casos, acasos, coisas e o ocaso de uma era. Além do perfil do craque-bandeira de cada equipe.

Quinto critério: campeão não precisa ser admirado, mas deve ser respeitado. Exemplo: a Inglaterra de 1970 era melhor que a de 1966 – mas a campeã mundial foi seleção anfitriã, quatro anos antes; a França, em 1982 e 1986, era melhor tecnicamente que a campeã de 1998. Mas quem ergueu a taça foi Zidane, não Platini. A Itália de 1978 jogou mais futebol que a de 1982 (e muito mais que a tetracampeã de 2006). Mas a Squadra Azzurra foi tri no Mundial da Espanha; quatro anos antes, acabou no quarto lugar, na Copa na Argentina. A base e o treinador eram os mesmos. O que justifica a escolha, o que facilitou a conquista.

Sexto critério: não basta ser campeão – é preciso ter craque. A Argentina tem uma escola tão boa quanto a brasileira. Mas ganhou “apenas” duas Copas, em 1978 e 1986. Ou só uma: a segunda foi conquistada pela pessoa física, digo técnica (e não química) de Diego Maradona. Sem ele, possivelmente o organizado time argentino não teria vencido a Alemanha - vice no México, campeã do mundo em 1990 com um bom time, bem arrumado. Mas sem grandes craques. Não melhor que aquele que venceu a favorita Holanda, em 1974, com alguns dos favoritos de todos os campos e tempos – Beckenbauer, Gerd Muller, Overath, Breitner e Maier. Todos craques. Melhores que os de 1990.

Saideira

Times enfim escalados, antes de começar o jogo, a pergunta sem resposta: qual a melhor seleção das sete?

Até para não correr o risco de apontar uma das duas únicas que não foram campeãs mundiais, fico em cima do muro.

Em paz com a consciência. E em dúvida se, realmente, a história é contada apenas pelos vencedores na atividade que é a mais perfeita imperfeição bolada pelo Homem – o futebol.

Bom jogo!

» Escrito por V Criscio | Comentários (0)
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25 de Novembro de 2009
Livros: Alma Palestrina e O Meu Time do Coração

O 3VV tem o prazer de convidar os palestrinos a irem ao evento de lançamento dos livros Alma Palestrina e O Meu Time do Coração, de Fernando Razo Galuppo.

Veja o convite acima e clique no link no final do post (clique para visualizar o arquivo) para ler o release e a entrevista de Galuppo.

Evento: Lançamento Livro "Alma Palestrina" e "O Meu Time do Coração"
Data de início: terça, 1 de dezembro às 19:00
Término: terça, 1 de dezembro às 21:00
Local: Shopping Ibirapuera, São Paulo

 

 

Clique aqui para visualizar o arquivo.
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16 de Julho de 2009
Programa Economia e Negócios na Record News

Nesta quinta-feira, dia 16, às 20 horas, a Record News vai apresentar a segunda parte do programa Economia e Negócios, com um debate entre dirigentes do Palmeiras, Corinthians e São Paulo.
 
Vicente Criscio, Dir. Adj. de Planejamento, Raul Correa, Diretor Financeiro do Corinthinas e Julio Casares, VP de Marketing do São Paulo estarão na mesa.


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